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<title><![CDATA[Maputo e Ilha de Moçambique]]></title>
<link>http://maputo.visitusinmaputo.com/gallery2/main.php</link>
<description><![CDATA[Maputo, anteriormente conhecida por Lourenço Marques, é a capital de Moçambique, com uma população de aproximadamente dois milhões de pessoas.<br />
Em 1898, o centro administrativo do país foi transferido da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques e a cidade rapidamente se tornou uma alavanca para o desenvolvimento da actividade comercial e industrial. Sob influência portuguesa, transformou-se numa das mais fascinantes de África, com as suas amplas avenidas e altos edifícios, arvoredo frondoso, atraindo um número considerável de visitantes.<br />
Após a guerra civil que assolou o país, de 1975 a 1992, Maputo -cidade está a recuperar a sua velha glória, ocupando lugar de destaque no rol das capitais do continente oferecendo aos turistas atracções culturais, históricas, entre outras.<br />
Hoje em dia, a urbe é o fulcro económico, cultural e turístico do país, alojando a maior parte dos operadores deste sector, as principais e maiores universidades, assim como os lugares históricos em melhores condições de conservação.<br />
Famosa pelas suas acácias rubras e jacarandás, oferece aos seus visitantes inúmeras opções de diversão, desde o turismo de sol e praia, nas lindas praias das ilhas da Inhaca, dos Portugueses e de Santa Maria, à possibilidade de visita à fauna, no interior, na Reserva Especial de Maputo, onde o turista poderá deleitar-se com a verdadeira essência de África. Para os amantes da natureza, a vila da Namaacha oferece lindas paisagens, com as famosas cascatas e os montes Libombos.<br />
No outro extremo da baía de Maputo, donde se vislumbram no horizonte alguns dos prédios mais altos da cidade, aguarda pelo visitante um relaxante passeio pela marginal da Catembe.<br />
A cultura ocupa também um lugar de destaque, podendo-se encontrar mostras das principais manifestações de todo o país, que englobam o artesanato, a música e a dança. Em Maputo vivem e viveram artistas plásticos de renome internacional como são o Malangatana, chicorro escritores como Mia Couto, José Craveirinha e escultores da estirpe de Alberto Chissano, dentre vários outros.<br />
Em zonas privilegiadas, é possivel testemunhar o encontro de esculturas e pinturas de vários pontos do país, sendo destacar as obras de pau preto da conceituada etnia Maconde de Cabo Delgado, os colares de prata e pulseiras de marfim da Ilha de Moçambique, assim como as famosas pinturas em tecido – batik. Estas exposições – venda, tornaram- se pontos de cruzamento de visitantes provenientes de vários cantos do globo experimentam momentos ímpares de ambiente tropical.<br />
Maputo Pictures<br />
Pictures of Maputo. Welcome to the Maputo pictures and images page. Here you will find a treasure of information with regard to the pictures of Maputo as well as a wealth of information on the subject of Maputo images and photos.<br />
Maputo, formerly Lourenço Marques, is the capital of Mozambique. A port on the Indian Ocean, its economy is centered around the harbour. It has an official population of approximately 966,837 (1997), but the actual population is estimated to be much higher because of slums and other unofficial settlements. Coal, cotton, sugar, chromite, sisal, copra, and hardwood are the chief exports. The city manufactures cement, pottery, furniture, shoes, and rubber. There is also a large aluminium smelting plant, Mozal. The city is surrounded by Maputo Province, but is administered as its own province.<br />
Geography<br />
Maputo is located on the west side of Maputo Bay, at the mouth of the Tembe River. The bay is 95 km (50 mi) long and 30 km (20 mi) wide. The Maputo River empties into the southern end of the bay.<br />
History<br />
Founded in 1876, the city was named after Lourenço Marques, the Portuguese trader who was the first European to explore the area in 1544. In 1895, construction of a railroad to Pretoria, South Africa caused the city's population to grow. In 1898, Lourenço Marques became the capital of Mozambique. During the Second Boer War, Winston Churchill, after being captured by the Boers, made a daring escape to Lourenço Marques by slipping past the sentries. After independence, the city's name was changed to Maputo. Maputo's name reputedly has its origin in an old, fierce tribal leader, Maputa, who once ruled over the region.<br />
Infrastructure<br />
Maputo is home to the Universidade Eduardo Mondlane, Mozambique's first university, and to the main campus of the Universidade Pedagógica, another major Mozambican university. The city has a museum of Mozambican history, a military museum, and the Roman Catholic Cathedral of Our Lady of Fatima.<br />
Maputo is a planned city with square blocks and wide avenues, with Portuguese traces and their typical architecture of the 1970s. Portuguese refugees fled in massive numbers at the end of the independence war in 1975, and the resultant lack of skills and capital, in the context of a fierce civil war and government mismanagement, contributed to its state of dereliction in the years following the declaration of peace. Nevertheless, the city itself was never damaged, since it was tacitly considered neutral ground during both the colonial and the civil war. Recovery has always been very slow owing to a lack of investment. In many cases new buildings are being erected for the rising middle class, rather than existing buildings being renovated, and many city services are still precarious.<br />
The Maputo beach has been spoiled by waste dumped into the bay, so it is not used for recreation, though the water quality does now appears to be improving.<br />
Culture<br />
Maputo is a melting pot of several cultures, with a strong South African influence. The Bantu and Portuguese cultures dominate, but the influence of Arab, Indian, and Chinese cultures is also felt. The cuisine is very elaborate, owing especially to the Portuguese and Muslim heritage. Seafood is also very abundant.<br />
An important cultural and artists' centre in Maputo is the Associação Núcleo de Arte. It is the oldest collective of artists in Mozambique. Seated in an old villa in the centre of Maputo the Núcleo has played a significant role in metropolitan cultural life for decades. Over one hundred painters, sculptors and ceramists are member of the Núcleo, which regularly stages exhibitions on its own premises and over the last few years has actively participated in exchanges with artists from abroad. The Núcleo became well known for their project transforming arms into tools and objects of art. It played an important role for reconciliation after the Mozambican Civil War. The exhibition of art objects such as the Chair of the African King and the Tree of Life was shown around the world, among others in the British Museum in 2006. (Wikipedia)<br />
The Island of Mozambique (Portuguese: Ilha de Moçambique) lies off northern Mozambique, between the Mozambique Channel and Mossuril Bay. It has a population of around 14,000 people.<br />
History<br />
The island was a major Arab port and boatbuilding centre long before Vasco da Gama visited in 1498. The Portuguese established a port and naval base as early as 1507, while the Chapel of Nossa Senhora de Baluarte, built in 1522, is considered the oldest European building in the southern hemisphere.<br />
During the sixteenth century, the Fort of São Sebastião (also: St. Sebastiao) was built, and the Portuguese settlement (now known as Stone Town) became the capital of Portuguese East Africa. The island also became an important missionary centre and is now a World Heritage Site. It withstood Dutch attacks in 1607 and 1608 and remained a major post for the Portuguese on their trips to India. It saw the trading of slaves, spices and gold.<br />
With the opening of the Suez canal, the island's fortunes waned. In 1898, the capital was relocated to Lourenço Marques (now Maputo) on the mainland. By the middle of the twentieth century, the new harbour of Nacala took most of the remaining business.<br />
Attractions<br />
Other notable buildings on the island include the Palace and Chapel of São Paulo, built in 1610, now a museum; the Museum of Sacred Art, housed in the former hospital of the Holy House of Mercy displaying an excellent Makonde crucifix; the Church of Santo Antonio; the Church of the Misericordia; and the Chapel of Nossa Senhora de Baluarte. The island, now entirely urbanised, is also home to several mosques and a Hindu temple. A 3km bridge was erected in the 1960s to connect it to the mainland.<br />
The island in itself is not very big, about 3 km long and between 200 and 500 metre wide. Most historical buildings are at the island's northern end. The majority of the residents live in reed houses in Makuti Town at the southern end of the island. (Wikipedia)<br />
Maputo é a capital e a maior cidade de Moçambique. Localiza-se no sul do país, na margem ocidental da Baía de Maputo. Tem limites, a norte com o distrito de Marracuene; a noroeste e oeste com o município da Matola, a oeste também com o distrito de Boane, e a sul com o distrito de Matutuíne. A cidade constitui administrativamente um município com um governo eleito e tem também, desde 1980, o estatuto de província. Não deve ser confundida com a província de Maputo que ocupa a parte mais meridional do território moçambicano, exceptuando a cidade de Maputo. O municipío tem uma área de 300 km² e uma população de 966 837 (Censo de 1997). De acordo com os resultados preliminares do Censo de 2007, a cidade tem um população de 1 087 692 habitantes[1], representando um aumento de 12,5% em dez anos. A sua área metropolitana, que inclui o município da Matola, tem uma população estimada em 1 744 000 habitantes.<br />
História<br />
Foi fundada em 1782, na forma de uma feitoria com o nome de Lourenço Marques. Em 1877 foi elevada a vila e sede municipal e em 1898 tornou-se a capital da colónia portuguesa de Moçambique. A partir dos anos 40 e 50, do século XX, a cidade expandiu-se a nível comercial, industrial e residencial. Passou a ter a designação de Maputo a seguir à Independência, em 1975. O novo nome provém dum slogan da Frelimo que afirmava que iria libertar o país do Rovuma ao Maputo, referindo-se às fronteiras norte e sul do país, respectivamente. Com a independência do país, passou a designar-se Maputo, no ano de 1976, por directivas do primeiro Presidente de Moçambique, Samora Machel. Desde essa data, a urbe tem conhecido um significativo afluxo populacional devido à guerra travada no interior do país (1976-1992) e à falta de infra-estruturas nas zonas rurais. Para além destas duas designações, a cidade e a sua área também foram conhecidas por outros nomes, tais como Baía da Lagoa, Xilunguíne ou Chilunguíne (local onde se fala a língua portuguesa), Mafumo, Camfumo ou Campfumo (do clã dos M'pfumo, o reino mais importante que existia nesta região), Delagoa e Delagoa Bay, sendo esta a mais internacionalmente conhecida designação pelo menos até aos primeiros anos do século XX.<br />
Património da cidade de Maputo<br />
A cidade de Maputo conta com alguns monumentos importantes para a compreensão da história, não só da cidade, mas do próprio país. Alguns dos mais importantes são:<br />
* A Fortaleza de Maputo<br />
* A Casa Amarela (que alberga o Museu Nacional da Moeda)<br />
* O Monumento aos Mortos da Primeira Guerra Mundial<br />
* O Museu de História Natural de Moçambique<br />
* A Igreja de Santo António da Polana<br />
* O Hotel Polana<br />
* A Casa de Ferro<br />
* A Estação do Caminho de Ferro<br />
* A Estatua de Eduardo Mondlane<br />
* A Estatua de Samora Machel<br />
* O Edificio do Concelho Municipal de Maputo<br />
* A Catedral da Nossa Senhora da Conceição<br />
* O Jardim Tunduro<br />
(Wikipedia)<br />
A Ilha de Moçambique é uma cidade insular situada na província de Nampula, na região norte de Moçambique, que deu o nome ao país do qual foi a primeira capital. Devido à sua rica história, manifestada por um interessantíssimo património arquitetónico, a Ilha foi considerada pela UNESCO, em 1991 Património Mundial da Humanidade.<br />
Actualmente, a cidade é um município, tendo um governo local eleito. De acordo com o censo de 1997, o município tem 42 407 habitantes, e destes 14 889 vivem na Ilha.<br />
O seu nome, que muitos nativos dizem ser Muipiti, parece ser derivado de Mussa-Ben-Bique, ou Mussa Bin Bique, ou ainda Mussa Al Mbique, personagem sobre quem se sabe muito pouco, mas que deu o nome (na 2ª versão) a uma nova universidade, sediada em Nampula.<br />
A Ilha tem cerca de 3 km de comprimento e 300-400 m de largura e está orientada no sentido nordeste-sudoeste à entrada da Baía de Mossuril, a uma latitude aproximada de 15º02’ S e longitude de 40º44’ E. A costa oriental da Ilha estabelece com as ilhas irmãs de Goa e de Sena (também conhecida por Ilha das Cobras) a Baía de Moçambique. Estas ilhas, assim como a costa próxima, são de origem coralina.<br />
Arquitectonicamente, a Ilha está dividida em duas partes, a &amp;quot;cidade de pedra&amp;quot; e a &amp;quot;cidade de macuti&amp;quot;, a primeira com cerca de 400 edifícios, incluíndo os principais monumentos, e a segunda, na metade sul da ilha, com cerca de 1200 casas de construção precária. No entanto, muitas casas de pedra são igualmente cobertas com macuti.<br />
A Ilha de Moçambique está ligada ao continente por uma ponte com cerca de 3 km de comprimento, construída nos anos 60.<br />
Resumo histórico<br />
Quando Vasco da Gama chegou, em 1498, a Ilha de Moçambique tornara-se uma povoação swahili de árabes e negros com seu xeque, subordinado ao sultão de Zanzibar e continuava a ser frequentada por árabes que prosseguiam o seu comércio de séculos com o Mar Vermelho, a Pérsia, a Índia e as ilhas do Índico. Onde na Ilha é hoje o Palácio dos Capitães-Generais, fizeram os portugueses a Torre de S. Gabriel no ano de 1507, data em que ocuparam a Ilha, construindo a pequena fortificação que tinha 15 homens a proteger a feitoria nela instalada.<br />
A Capela de Nossa Senhora do Baluarte, construída em 1522 na extremidade norte da ilha, a mais próxima da Ilha de Goa, é o único exemplar de arquitectura manuelina em Moçambique.<br />
Em 1558 principiou a construção da Fortaleza de S. Sebastião - totalmente com pedras que constituíam o balastro dos navios, algumas das quais ainda se vêem na praia próxima - que só terminou em 1620 e é a maior da África Austral. Esta fortaleza era muito importante, porque a Ilha tinha-se tornado o entreposto da permuta de panos e missangas da Índia por ouro, escravos, marfim e pau preto de África, e era da Ilha que partiam todas as viagens comerciais para Quelimane, Sofala, Inhambane e Lourenço Marques e os árabes não queriam perder os privilégios comerciais que tinham adquirido ao longo dos séculos.<br />
Para além dos portugueses outros concorrentes europeus apareceram na corrida pelo controlo das rotas comerciais. Os franceses conseguiram assumir o papel de intermediários do negócio da escravatura para as ilhas do Índico, os ingleses começavam a controlar as rotas de navegação nesta região e s holandeses tentaram a ocupação da Ilha em 1607-1608 e, não o conseguindo, devastaram-na pelo fogo.<br />
A reconstrução da vila foi difícil, uma vez que o governo colonial não existia senão para cobrar impostos e estava muito mais interessado nas terras de Sofala - na Zambézia tinham-se institucionalizado os Prazos da Coroa, e o desenvolvimento do comércio do ouro naquela região leva a que a Ilha perca a sua primazia. Então, os cristãos decidiram fundar na Ilha uma Santa Casa da Misericórdia que funcionaria como Câmara Municipal, para a defesa dos cidadãos e da terra, até 1763, ano em que a povoação passou a Vila. Esta viragem resultou da decisão do governo colonial em separar a colónia africana do Estado da Índia e criar uma Capitania Geral do Estado de Moçambique baseada na Ilha, em 1752. A vila voltou a prosperar e, em 1810 é promovida a cidade.<br />
A exportação de escravos era o principal comércio da Ilha, tal como a do Ibo mas a Independência do Brasil em 1822, que era o principal destino deste comércio, voltou a deixar a Ilha no marasmo. O golpe final foi a passagem da capital da colónia para Lourenço Marques, em 1898. (Wikipedia)<br />
Maputo is the capital city of Mozambique.<br />
Maputo has been the capital of Mozambique since 1907. The name of the city was Lourenço Marques until the independence of the country, in 1975. It is the largest city of Mozambique also with the country's most important harbour. It is situated at the mouth of the Santo River in the extreme south 90 km from the border to South Africa.<br />
Compared to some other sub-Saharan African cities the urban area feels small and concentrated with wide avenues and old trees. People are generally out and about in the streets, walking driving and getting on with life. The vibe is healthy and active, with little begging and lots of street vendors and markets. There is no heavy presence of police during the day, and no feeling that it is needed.<br />
There are few tourists or white people to be seen and at times the atmosphere is as much South American as African. Buildings range from new high-rise construction to old colonial palaces, but the dominant architecture leans toward anonymous Stalinist-looking concrete-walled boxes of various heights, generally with badly eroded paint and lots of security bars in one or more stages of rusting. Fortunately, these tend to fade into the background as non-descript and uninteresting, and there are enough buildings with old charm or high style and lush enough gardens (cycads, coleus, flamboyant, jacaranda, bouganvillea, etc.) to give an overall pleasing if shabby feel.<br />
The city provides a range of accommodation, from many-star hotels (Polana, Cardoso, Holiday Inn, etc.) to comfortable backpackers (Base and Fatima's) and reasonable options in between (Mozaic Guest House).<br />
By plane<br />
Most international flights are from/to Maputo's airport. See the the Mozambique page for more. Local airlines LAM [1] and Air Corridor [2] operate a high number of domestic flights within Mozambique.<br />
By train<br />
By car<br />
The highway from Johannesburg to Maputo is very good. From Johannesburg, take the N4 towards Nelspruit (about 400km). From Nelspruit, continue following the N4 to Komatipoort, the last town on the South African side (about 100km). Just past Komatipoort is the Komatipoort/Ressano Garcia border post. NB: current car registration papers (or good facsimile thereof) are required to get a car past the border. On the Mozambican side, just follow the N4 (now called EN4) for a further 100km or so to reach Maputo.<br />
Also easy access from Manzini in Swaziland, around 186km. With minivan/taxi the cost from Manzini to Maputo is around USD 8 with luggage (price per October 2006). The drive time, including getting visa at the Namaacha border post, is 4 hours. The price for visa is USD 25.<br />
From Durban, on the KwaZulu Natal coast (South Africa), Maputo is 600kms away and best approached via the Golele border post into Swaziland. The shortest route from Golele into Mozambique is at the newly opened Goba border post.<br />
By bus<br />
From Johannesburg<br />
By boat<br />
Get around<br />
Walk center city by day.<br />
Metered (yellow-roofed) taxi longer distances or at night but agree to a fare beforehand as many don't have meters. Ask hotel desks or locals for guidance on reasonable fares (e.g., Hotel Cardoso to Feira Popular or Mercado Central is around Mts 80 - 90,000 (USD 4 - 5).<br />
A very inexpensive way to get around is by mini-bus or &amp;quot;Chapa&amp;quot; (pronounced SHA-PAA). They work like small busses and have routes that criss-cross the city. All major routes begin and end in the downtown core/market area called &amp;quot;Baixa&amp;quot; (pronounced BAA-SHAA). If you can speak Portuguese, then this is an excellent way to travel, or if you have a local friend to take you. Prices are low, around Mts 5,000 (USD $0.20) for most trips and Mts 10,000 (USD $0.40) for longer ones (all one way). Even if you don't know which Chapa to take, it's a great way to explore the city, and to get back to the core market area just find a Chapa that goes to &amp;quot;Baixa.&amp;quot; Generally asking the navigator (usually hanging out of the passenger side door) if they go to &amp;quot;Baixa&amp;quot; will either result in them motioning you to jump on, or them pointing to where you need to go. Chapas tend to be safe, and drivers usually cannot get away with overcharging you because you can easily see what the locals are paying, or the locals themselves will object.<br />
[edit] See<br />
* The Railway Station on Praca dos Trabalhadores was designed by Gustave Eiffel (after his fall from grace in the Panama canal scandal), and bears the mark of his genius.<br />
* The National Art Museum has a small but good collection of Mozambican art, including several large canvases by the world-renowned Malangatana.<br />
* The Jardim Tunduru is a very pretty (albeit small) botanical garden.<br />
* The Museum of the Revolution chronicles Mozambique's fight for indepedence from Portuguese colonialism.<br />
* The Mercado Central in the Baixa district has fresh fish, crabs, calamari, fruits and vegetables, and many household staples. Safe, lively and recommended, especially if cooking for yourself.<br />
* Walk up Avenida Julius Nyerere. Start from the Hotel Cardoso or Natural History Museum along R Mutemba to Nyerere then left (north) to the Polana Hotel. Boutiques, restaurants, curio vendors, video stores, etc. to be seen in the relatively upscale Polana neighborhood.<br />
* Praça dos Trabalhadores is a building built by Gustave Eiffel. <br />
Do<br />
Visit some beautiful beaches, such as Catembe and Ponta d'Ouro. It is very jovial in these atmospheres and it is not dangerous in the least bit.Ponto D'Oura and Ponto Malongane have some beautiful scuba-diving spots, with either campsites or chalets right on the beach.<br />
Work<br />
Work is now available to the locals, but if you are a foreigner and thinking about taking a sabbatical, it is a perfectly safe and comfortable place to do it.<br />
Buy<br />
TIP: On July 1, 2006 Mozambique officially introduced the second metical, dropping three zeros off the old currency. As a result, all prices you see in this article, or else where on the internet that are in thousands should be converted down by a factor of 1000. As a result Mts. 10,000 would now be MZN 10. The local abbreviation for the new currency is MTn. As of January 1, 2007 only the Bank of Mozambique will convert the old currency, but only until December 31, 2013.<br />
* African fabrics both waxprint and woven in the fabric shops along the Avenida de Guerra Popular<br />
* Cashews all over the place, roasted, salted, plain, any which way and nearly anywhere. The number two export of the country, selling for about USD 3.20 per pound (Mts. 140,000 per kg).<br />
* Wood carvings, boxes, picture frames from curio vendors.<br />
* Batik cloth ranging from the tacky animal stuff to glorious works of art. Most of what is on offer is on the lower quality end, but persistent searching will yield some gems among the dross. <br />
Eat<br />
The local cuisine is a mixture of Middle Eastern, African, Indian/Pakistani/ Portuguese, Hispanic, and African. All these different cuisnes are served at various areas in the city.<br />
Budget<br />
Any number of small cafes serve simple dishes and juices that are affordable. Unless you are adventurous, stay away from most roadside stalls especially if they are serving meat. Safe roadside fare includes cashews (usually fire roasted without salt served in small paper cones), fried bean cakes called Bhajia, uncut and unwashed fruits (cut and wash yourself with bottled water), and soft-serve ice cream. Expect to pay between Mts 5,000 and 20,000 (USD $0.20 - $1.00).<br />
The fruit from roadside stands is usually fine, especially the bananas. They expect to sell the fruit by the kilogram, so be prepared for strange looks if you want just a couple of individual fruits. A couple of bananas should set you back 5 or 10 MTn.<br />
The smaller cafes will have egg sandwiches, fries, grilled chicken, small pastries, and simple hamburgers. Expect to pay between Mts 15,000 and 75,000 (USD $0.60 - $3.00).<br />
Mid-range<br />
Chicken Piripiri near the corner of Avda. 24 de Julho and Avda. Nyerere serves grilled chicken and also very good prawns.<br />
Splurge<br />
* Restaurante Escorpiao, in the Feira Popular (in the Baixa district). Hhas a huge menu, good wine list and caters to moderate and high-end budgets. Not fancy, frequented by locals. Slightly better than the Costa do Sol. <br />
* Costa do Sol restaurant, in Costa do Sol (5km north of Maputo -- take a taxi, they will wait and bring you back). Icon over 50 years old. Great seafood in low-key atmosphere. Great variety too. Excellent service. <br />
Drink<br />
Fruit juice is (sadly) usually sweetened nectar and not fresh 100% juice. The usual selections of fizzy sugar water in a bottle (soft drinks) can be found too. Pressed sugar cane juice is available in some markets.<br />
Coca-Cola products are also widely available including Cola, Sprite, and Fanta fruit-flavored pop (Orange and Pineapple are most common, Grape is also sometimes available). &amp;quot;Sparletta&amp;quot; brand fruit-flavoured pop is also widely available. Expect to pay between Mts 7,000 and 10,000 (USD $0.25 - $0.40). Shop owners are usually very strict when it comes to the empty bottles as they are expensive and reused, do not try and keep one without trying to pay the full price for the bottle first.<br />
The wine selection is quite poor with cheap, low-end South African wines sold at obscene prices, and wine by the glass generally comes from a box. Better are the cheap Portuguese wines, but availability is limited.<br />
Beer is widely available, with 2M ('dosh-em'), Laurentina (brewed by 2M), Manica, and Raiz being the common selection. Laurentina comes in two varieties, 'Clara' a lager, and 'Preta' a very dark Lager with hints of coffee and chocolate. Locals tend to order the Laurentina varieties simply by saying Clara or Preta, and leaving out Laurentina. Preta is the most expensive beer, followed by Manica and then 2M. Raiz is a newer beer intended for the budget market and is considered a 'cheap' beer. Beer bottles are also expensive and should always be returned or purchased. The beer itself is very inexpensive and reasonably good ranging from Mts 9,000 to 15,000 (USD $0.35 - $0.60).<br />
Drink water from a bottle, not the tap.<br />
NIGHTLIFE<br />
* Xima's bar, on Av. Eduardo Mondlane, is popular with the locals and has live music on the weekends.<br />
* Africa Bar nightclub is on Av. 24 de Julho near Av. Karl Marx.<br />
* Gil Vicente is a bar attached to the Gil Vicente theatre, across from the 'Jardim Tunduru.<br />
* The Centro Cultural Franco-Mozambicain has live music and cultural events.<br />
* The Central Train Station houses a jazz lounge on weekends.<br />
* The Feira Popular is located in the Baixa, and houses many bars and restaurants. <br />
Sleep<br />
Budget<br />
* Fatima's Place, 1317 Mao Tse Tung Avenida, Maputo, email fatimas@tvcabo.co.mz, Phone: +258 (0) 82 4145730 - +258 (0) 82 3070870 Fax: (+) 258 1 300 305, dorms from 12 USD. Website: http://www.mozambiquebackpackers.com Many people really enjoy this place, but it has more of a part atmosphere and is quite a bit larger than Base Backpackers. As such, I found the staff and the other guests to be quite standoffish. It's a bit out of the main part of downtown, but still a very easy and generally safe walk to the business district. <br />
* The Base Backpackers, 545 Avenida Patrice Lumumba (+258) 21 302723, not so great rooms, balcony with a view over the sea, 2 computers with fast internet, a small room with a tv and news, a self-service fridge and kitchen facilities. Members of the staff can be extremely flaky, and told a guest whose laundry was not returned clean as promised, &amp;quot;It's not my problem, it's your problem.&amp;quot; The place needs to undergo a total renovation, but its one positive quality is its central location. The dorms become very hot during the spring and summer due to a lack of a fan. For USD 9 (price per Oct 2006), this is an ok alternative. <br />
That said, other people have had great experiences with Base, including myself. The staff were helpful, knowledgeable, and friendly. They are not a party place, like Fatima's, so will appeal to a different traveler, but both times I was there the other guests were also very friendly and willing to chat and drink. YMMV. Base is small, with only two small dorms, so you should call ahead for a reservation.<br />
* MAPUTO B&amp;amp;B, BACKPACKERS is the very affordable alternative for hot city places, at very reasonable prices, like other backpackers, and ultra clean, little bar, free pool table, restaurant with best/freshest home cooked seafood, garden space to sit, secure parking in and outside, meet great travellers get all info on trips to Tofo, diving, culture, and very important great location close to the beach. Find it at 3km from Polana Hotel, 1.5 km before Costa do Sol restaurant, off Marginal at Triunfo, 4 Avenida, House 98, look for saure blue sign with yellow letters. Call your host Mimi to book +258824672230 We take long term residents for special conditions and can point you to administrations of government, university, business. city tours, Inhaca-Portuguese Island boat tripslive music bar visit <br />
Mid-range<br />
Splurge<br />
* Catembe Gallery Hotel, [3]. 14 luxurious rooms that are individually decorated by leading Mozambican artists. It is situated about 10min by boat from the CBD. It has a bar, beach, library, pool table and swimming pool. Internet access is available. Rates start from about €20, up to €380, depending on type of room selected. <br />
* Cardoso Hotel, [4]. Opposite the traffic circle from the Natural History Museum and is a solid 4-star hotel with professional staff fluent in English. A great garden to have a drink in and watch the sun set over the Baixa and Rio Santo. Doubles with a river view and airconditioning were USD 105.00 in January 2006. Suites were USD 150.00. Recommended. <br />
* Hotel Polana, [5]. The grande dame of Maputo hotels, a colonial era masterpiece by Sir Herbert Baker, famed South African architect (who also did the Mount Nelson Hotel in Cape Town). As close to perfection in service, food, pool, view, etc. as can be found in Maputo. Small casino can be a fun diversion. Doubles start at USD 217.00. Good place to have a drink, or to have lunch in the Tea Room. <br />
* Hotel Avenida, [6] on Avenida Julius Nyerere has large and confortable rooms. Rooftop pool and bar for excellent sunsets. Several restaurants (Thai, Greek, Indian and pub style within a few minutes. Hotel shuttle to and from the airport available. Free access to the internet. Rooms around $100 including excellent breakfast.<br />
Maputo, a capital moçambicana, é uma cidade surpreendentemente viva, com uma imensidade de atractivos, desde uma vida cultural cada vez mais animada à agitação dos mercados de rua, onde o contacto com as gentes de Moçambique providencia uma mostra preciosa da hospitalidade local.<br />
MAPUTO, ACÁCIAS E SORRISOS<br />
O barquinho azul sai da Catembe, do outro lado da baía, repleto de passageiros acotovelados uns contra os outros. Mal há espaço para pousar os pés, mas toda a gente faz por se acomodar melhor para abrir clareiras que permitam receber mais um parceiro de viagem. No meio da pequena multidão há alguns turistas sul-africanos à mistura com trouxas de pano onde os passageiros transportam os seus haveres. Com uma velha bandeira de Moçambique içada no mastro e a tremular com o vento, a lancha põe-se a atravessar a baía de Maputo e em vinte minutos tem a travessia no papo.<br />
A cena simboliza simultaneamente a atmosfera distendida da cidade e a cadenciada e comedida azáfama que marca a vida das suas gentes. A capital moçambicana tem actualmente mais de um milhão de habitantes, quase dois se contarmos os bairros periféricos, mas em toda a área central é possível sentir o curso da vida sem a pressão e os atropelos característicos de uma grande urbe. Relativamente, bem entendido, já que é preciso ter em conta o ponto de vista de quem fala, ou de que miradouro observa a vida. O quotidiano das ruas é um testemunho exemplar da luta pela sobrevivência da gente moçambicana: uma multidão de vendedores ambulantes - por todo lado, mas sobretudo lá para as bandas da Avenida da Guerra Popular, ou na Eduardo Mondlane na zona do Alto Maé - dispõe sobre os passeios ou carrega uma espantosa variedade de mercadorias que respondem a quase todas as necessidades - quinquilharia chinesa, fruta tropical, roupas, carregadores de telemóvel, artesanato, relógios de marcas famosas em contrafacção, caju torrado, etc. É uma atmosfera que revela a vitalidade da economia informal, sustento de grande número de famílias moçambicanas, e que confere ao quotidiano da grande cidade uma animação permanente.<br />
Flagrante é também a imensa hospitalidade do espaço e das pessoas, quase sempre com um sorriso à flor dos lábios, o que contribui para fazer de Maputo uma das capitais mais agradáveis de África. Uma visita ao grande bazar da Av. 25 de Setembro ou a imersão no grande mercado de artesanato que tem lugar todos os sábados na Praça 25 de Junho, ajudam-nos a completar este retrato de um povo de coração aberto e de largo sorriso. “Ei boss, olha só para preciar, só para dar golpe de vista...” Nem a indiferença do turista consegue apagar a esperança e a persistência do vendedor.<br />
MOÇAMBIQUE, UM PAÍS DE MIL ROSTOS<br />
Quando foi assinado em Roma, em 1992, o tratado que pôs fim a uma guerra civil de quinze anos, abriram-se para o país caminhos promissores que os Moçambicanos mostraram saber trilhar. Quase dez anos depois, a capital espelha esta vontade de transformar o quotidiano e de acreditar no futuro. Quem há meia dúzia de anos conheceu Maputo e outras zonas do país, onde os vestígios da guerra e os sinais de degradação ainda se faziam omnipresentes, tem hoje a grata surpresa das mudanças positivas que ocorreram. As ruas da capital foram limpas, alguns edifícios recuperados ou pintados; as amplas e modernas avenidas, em cujos passeios reina a sombra de acácias e jacarandás, acolhem novas lojas, restaurantes e centros comerciais; os grandes hotéis voltaram a encher-se de homens de negócios e a abertura para o turismo foi o sinal para a chegada de viajantes, sobretudo da África do Sul e de Portugal, em busca dos prazeres proporcionados pela bela e vastíssima costa moçambicana - mais de 2500 km - e da variedade de tradições e culturas que o território encerra, configurando uma sociedade com mil rostos, profundamente multicultural e multiétnica, que reflecte uma síntese de elementos africanos, orientais e europeus.<br />
Edifício da Biblioteca Nacional de Moçambique<br />
Edifício da Biblioteca Nacional de Moçambique<br />
Mas nesta história de (tão proclamado) sucesso, é bom lembrar que não há bela sem senão: se a taxa de crescimento económico chegou a atingir os 15%, a riqueza entretanto gerada não beneficiou nem de perto nem de longe a grande maioria da população, continuando a registar-se uma percentagem muito elevada de gente a viver na maior pobreza e, como consequência da implementação de políticas neo-liberais negociadas com instituições financeiras internacionais, um aprofundamento dramático das desigualdades sociais. A dependência externa é, por outro lado, bem mais pesada do que seria desejável para um país que alcançou a independência há já trinta anos. Aliás, grande parte dos projectos de desenvolvimento em curso, assim como os orçamentos de numerosas instituições oficiais, inclusive do próprio estado, são suportados por doações ou financiamentos externos.<br />
CULTURA: VESTÍGIOS COLONIAIS E AFIRMAÇÃO AFRICANA<br />
Maputo vale, no mínimo, três ou quatro dias de estada, ou até duas semanas, se considerarmos as “expedições” possíveis a partir da capital - ao Parque Nacional Kruger e à vizinha Suazilândia, que tem também algumas importantes reservas de vida selvagem, à Praia da Macaneta, a 30 km de distância (muito frequentada pelos maputenses), ou, ainda, à Ponta do Ouro, mais a sul, onde brilha uma constelação de praias de areias douradas e quase desertas. De Maputo às fronteiras dos países vizinhos demora-se cerca de uma hora. A cidade é, aliás, a capital africana mais próxima do Kruger, pelo que se tornou ponto de partida de muitos safaris para aquela reserva sul-africana.<br />
Entre os possíveis roteiros que podem ser organizados na capital moçambicana, as visitas culturais e o contraponto de um programa hedonista centrado na vida nocturna da cidade merecem um punhado de referências, sem desmerecimento dos ritmos do quotidiano popular que pulsam em locais como os mercados. Quanto a museus, há com que ocupar um ou dois dias.<br />
O itinerário pode começar pela velha Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, que conserva no seu interior alguns canhões e outros elementos do tempo colonial, além de uma estátua equestre de Mouzinho de Albuquerque, proveniente da praça da Câmara Municipal; há ainda um pequeno museu que exibe variada documentação sobre a presença portuguesa.<br />
No Museu Nacional de Arte, na Av. Ho Chi Min, podemos ver pintura moçambicana contemporânea, nomeadamente obras de Malangatana e Chichorro. O Museu de História Natural, um edifício de arquitectura neo-manuelina, tem uma interessante secção de etnografia que reúne escultura e máscaras macuas, além de um mural de Malangatana no jardim. O Museu da Revolução, na Av. 24 de Julho, narra através de um conjunto de documentos em exposição a história da luta pela independência do país. Muito interessante é também o Museu da Moeda, que tem uma vasta colecção de notas e moedas do tempo colonial.<br />
No capítulo das exposições temporárias, o Centro de Estudos Brasileiros e o Centro Cultural Francês, na Praça da Independência, têm salas onde se pode ver regularmente obras de artistas moçambicanos. O Centro Cultural Francês organiza também, com alguma regularidade, sessões com música tradicional de Moçambique e outros espectáculos, musicais ou de dança, tradicional e contemporânea.<br />
NOITES SONÂMBULAS NA CAPITAL<br />
Não é certo que os ócios tenham geografia ou tempo demarcados, mas para o caso, a Avenida Marginal tem fama, proveito e estatuto para início ou fim das noites mais agitadas de Maputo. Antes de traçar a rota de outras andanças sonâmbulas, há que desvendar os segredos de Polichinelo que animam esta zona de Maputo. Ao ar livre, para começar: dança-se, bebe-se ou contempla-se o mar e as estrelas. É um rol largo, para variadas predilecções, a descobrir individualmente. Para já, dá-se nota da Discoteca Coconuts, onde reinam adolescentes e ritmos mais ou menos universais. Ao lado, o Lounge apresenta-se com o propósito de acolher os progenitores dos juvenis dançantes, com o balanço nostálgico de velhas canções, apropriadas para corações cansados.<br />
Avenida 24 de Julho, em Maputo<br />
Por outras bandas da cidade, a ideologia dominante é a mesma: hedonismo. Duas escolhas: as discotecas Sheik, cavalo de Tróia na Av. Mao Tsé Tung, com muito pé de dança moçambicano (old style...), ou o bar 6th Level, poiso de gente mais ou menos grisalha, com aquela música calma boa para acompanhar conversa de negócios ou de almofada...<br />
Para o jazz, também há poisos e ementas. Num dos cais da estação ferroviária, o ka Mpfumo (o antigo Chez Rangel) tem música ao vivo durante o fim-de-semana, e na 24 de Julho, no rés-do-chão do Cine África, na Av. 24 de Julho, o África Bar dá a ouvir (em espaço amplo que convida à dança), entre quinta e domingo um programa com expressões recentes de música popular moçambicana. O Gil Vicente, na Av. Samora Machel, oferece igualmente um programa semanal de jazz e outras músicas ao vivo.<br />
Para os fins de tarde, podem agendar-se passeios pela marginal (agora com uma novíssima polícia de praia, circulando de bicicleta!) e provas de marisco no histórico Costa do Sol, activo desde a década de 30, à vista do areal descoberto pela maré vaza que recolhe ao fim da tarde as sombras esguias das palmeiras. Duas ou três voltas pelo picadeiro, onde se juntam jovens com os ares conspirativos de quem planeia os dias que hão-de vir, são suficientes para quebrar a solidão dos passos. E seria estranho se assim não fosse: este é um povo de pródiga comunicação, de generoso verbo que soa como uma música familiar que nos faz sentir em casa.<br />
DO BAZAR AO MERCADO DO PEIXE<br />
O velho bazar da Avenida 25 de Setembro está a pedir cuidados urgentes, mas não há como o evitar num périplo em busca das cores mais vivas da capital. À entrada, numa loja do lado direito, anuncia-se artesanato e outras sortes de quinquilharias que nascem como cogumelos debaixo de um toldo onde se agita uma bandeira do Benfica. Palavra puxa palavra, Gulam Rassul Mamade conduz-nos por umas escadinhas estreitas até ao telhado. Segue-se aí uma deambulação surrealista por uma sequência de sótãos onde se expõe artesanato macua e maconde vindo lá do norte, de Nampula e de Pemba. Há muitas djamas, conjuntos escultóricos em pau-preto, representações simbólicas da família, com várias figuras entrançadas em espiral. Rassul Mamade é um comerciante de origem indiana que herdou a actividade da família. A loja que tem em Nampula já passou por três gerações, que se ocuparam décadas a fio com este tipo de comércio.<br />
Mercado do Peixe, Maputo<br />
O Mercado Central de Maputo, vulgo bazar, está bem abastecido de simpatia, mas também, obviamente, de fruta, legumes e de uma grande variedade de produtos enlatados, a esmagadora maioria proveniente da África do Sul. Desde manhã cedo que há maningue gente a percorrer os corredores entre as bancas, onde sobrevivem balanças que dariam belas peças de museu e humorísticos cartazes a garantir a excelência dos produtos.<br />
Em matéria de mercados, há outro lugar incontornável na capital moçambicana, o mercado do peixe, assim popularmente designado já que toda a gente o desconhece pelo seu outro nome - “A luta continua”. Um cenário popular por excelência: apelos de vendedoras e vendedores, mares de amêijoa e graúdos espécimes piscícolas arrancados aos submarinos viveiros do Índico, pesos e contrapesos, com terceiros a desfazer a dúvida, cantorias daquela lógica de mercado “o meu peixe é maior que o teu”. O tamanho, conta, sim senhor, mas a prova dos nove é da competência das papilas gustativas. Queira o cliente e não há razão para perdas de tempo: ali mesmo, ao lado, uns quantos restaurantes ao ar livre dão trato à peça, mediante o pagamento de uma taxa de serviço. Em menos de um ápice, entre laurentinas e laurentinas geladas, era uma vez um peixe, uma lagosta, um cesto de camarão-tigre.<br />
GUIA DE VIAGENS<br />
COMO CHEGAR A MAPUTO<br />
A TAP tem ligações entre Lisboa e Maputo, com várias frequências semanais.<br />
QUANDO VIAJAR PARA MOÇAMBIQUE<br />
A época das chuvas decorre de Novembro a Março. O período entre Maio e Outubro é o mais propício para viajar em Moçambique, embora as temperaturas possam descer abaixo dos dez graus em Junho e Julho, durante o Inverno austral.<br />
HOTÉIS EM MAPUTO<br />
Alguns hotéis aconselháveis:<br />
- Hotel Polana *****, Av. Julius Nyerere, 1380;<br />
- Hotel Cardoso ****, Av. Mártires de Mueda, 707;<br />
- Hotel Girassol ****, Av. Patrice Lumumba;<br />
- Hotel Montecarlo ***, Av. Patrice Lumumba, 620;<br />
- Hotel Moçambicano ***, Av. Filipe Samuel Magaia, 961.<br />
SEGURANÇA EM MAPUTO<br />
Em Maputo, as precauções são as mesmas que se tomam em qualquer grande cidade europeia, devendo evitar-se, sobretudo ruas desertas à noite e passear pelas ruas ostentando objectos de valor que possam chamar a atenção. Pode viajar-se sem problemas por todo o país.<br />
Maputo Ilha de Moçambique Igreja de Nostra Senhora da Saude Capela de Santo António Vasco Da Gama Palácio de São Paulo Fortaleza de São Sebastião Capela de Nossa Senhora do Baluarte Luís Vaz de Camões Casa Branca Mesquita Capetania O Escondidinho Hospital Conselho Municipal Maputo Estação Caminhos de Ferro de Moçambique Catedral da Nossa Senhora da Conceição Igreja de Santo António da Polana Holiday Inn Hotel Museu de História Natural Hotel Polana Clube Naval de Maputo Instituto Nacional de Meteorologia INAM Casa Amarela Museu Nacional da Moeda Museu Nacional de Geologia Fortaleza de Maputo Ministério do Plano e Finanças Casa de Ferro Instituto Nacional da Marinha INAMAR Masjid Taqwa Museu Nacional de Arte Millenium BIM Comunidade Hindú Escola Naiconal de Música Casa da Cultura do Alto Mãe Ministério dos Estrangeiros e Cooperação MINEC Centro Cultural Franco Moçambicano Cine Africa Jumma Masjid Prédio 33 Andares Museu da Revolução Polana Shopping Hotel Ibis Edificio Sua Alteza Aga Khan Escola Industrial 1º de Maio Escola Comercial de Maputo Correios de Moçambique Escola Secundária Francisco Manyanga Centro de Estudos Brasileiros Scala Hotel Tivoli Escola Primária Filipe Samuel Magaia Escola Primária do 2º Grau da Malhangalene Avenida Eduardo Mondlane Jardim dos Namorados Hotel Avenida Blood Diamond Praca da OMM Predios da Coop Avenida 25 de Setembro Avenida 24 de Julho Grupo Desportivo de Maputo Matchedje's Bar Praça Travessia do Zambeze Torres Vermelhas Cerveja 2M Piri Piri Samora Moisés Machel Igreja Ortodoxa Grega Pescadores Bagamoyo Estádio da Machava Mercado Xipamanine Mafalala Mercado do Povo Café Continental Mercado Janet Mercado Estrela Vermelha Louis Tregardt Trek Memorial Garden Padaria Europeia Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque Mercado Municipal Mercado Central Eduardo Chivambo Mondlane Clube Ferroviário de Maputo Artidif Mercado Artesenato O Monumento aos Mortos da Primeira Guerra Mundial Casa Elefante Restaurante Costa do Sol Televisão de Moçambique Teatro Avenida Mercado do Peixe Shoprite Monumental Standard Bank Restaurante Pirata Restaurante Sheik Prédio S. Jorge Restaurante Marisqueira Sagres Cervejaria Del Mar Cervejaria Mira Mar Praia Bairro dos Pescadores Maputo Vista a partir do Catembe Gallery Hotel Marina de Maputo Escola Náutica Polana Casino FACIM Catembe Cerveja Laurentina Waterfront Pestana Rovuma Hotel Regata de barcos tradicionais Hospital Central de Maputo Ministério da Saúde Mundo's O murral Ode a Samora Machel Costa do Sol Praia Gil Vicente Baby John Zanzibar Biblioteca Nacional de Moçambique Coca Cola Hotel Quatro Estações Africa Bar]]></description>
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